
porque o batom rosa e o que nos meninas mais usamos será que porque adoramos,chamativo o e porque e bonito e particularmente adoro!espero que tenham gostado!!
por que você não usa também!!!
bjs!!!!
Por
altura da Primeira Guerra Mundial surgiu nos Estados Unidos aquilo que
hoje designamos por Baton, embora numa variedade muito mais reduzida do
que actualmente, e com componentes menos desenvolvidas e de acções mais
reduzidas... Por
altura da Primeira Guerra Mundial surgiu nos Estados Unidos aquilo que
hoje designamos por Baton, embora numa variedade muito mais reduzida do
que actualmente, e com componentes menos desenvolvidas e de acções mais
reduzidas. Mas, o grande BUM do Baton aconteceu quando começou a ser
inserido em revistas de moda destinadas apenas para as mulheres de alta
sociedade.
De
início, o Baton era apenas um mero ‘colorante’ labial que servia para
embelezar as senhoras de estatutos sociais elevados. Devia ser usado
discretamente, sem abusar na aplicação do mesmo, e podia recorrer-se ao
seu uso em qualquer situação. Nas festas, o Baton era indispensável para
marcar a diferença entre as ‘Madames’, provenientes de um estatuto
elevado, daquelas que viviam mais modestamente, embora frequentassem
também a alta sociedade. Nenhuma camponesa ou lavadeira jamais usaria
Baton pois não havia condições monetárias para esse efeito, e porque não
estava destinado à sua classe social.
Os
constituintes do Baton alteraram-se ao longo dos anos, mas na realidade
a fórmula para essa base sólida mantém-se quase igual. Alguns dos
constituintes do Baton foram substituídos e outros suprimidos de vez. Na
realidade, o Baton é quase tão antigo como a existência da humanidade. A
diferença é que não era conhecido com este rótulo, e recorria-se ao uso
do mesmo através de formas arcaicas e de plantas totalmente naturais,
confeccionadas pela via de métodos caseiros.
A
Mulher esteve sempre preocupada com a sua beleza, mas nem sempre foi
permitida a devida dedicação da fêmea à mesma ou o estudo pormenorizado
das melhores alternativas para uma cosmética eficaz. Quando a ‘Vogue’,
uma das mais antigas, lendárias e pioneiras revistas de moda surgiu, o
uso do Baton subiu em flecha. Os
especialistas da revista fizeram elevar a importância do Baton ao
rubro, o que fez com que todas as mulheres ficassem fascinadas e
totalmente rendidas, àquela massa sólida gordurosa que conferia cor aos
lábios.
Aos
poucos, todas as mulheres começaram a usar Baton, independentemente do
seu estatuto e classe social. Alcançando até o mundo do cinema, o Baton
tornar-se-ia num objecto de aplicação normal, utilizado por todas as
mulheres da cidade incluindo prostitutas, dançarinas de cabaret, ou
donas de casa prendadas. Nessa altura, a sua utilização começou a ser
vulgarizada, pois aquilo que começou por ser uma imagem das classes mais
abastadas passou a tornar-se o cartão de visita para actrizes de
Hollywood e mulheres com profissões relacionadas a comportamentos
imorais. Ao Baton começou a ser associada uma imagem pecaminosa e
depravada, que só mais tarde viria a ser quebrada.
A
emancipação da Mulher e a liberdade limitada que lhe foi concedida
deixaria emergir novamente o uso do Baton como algo banal, sem estar
associado a provocações ou a ‘raparigas’ menos prendadas. Hoje, o Baton
pode ser uma arma muito poderosa em diversas situações. A cor que é
conferida aos lábios pode ser a chave de ouro para uma imagem perfeita,
de classe, elegância ou até mesmo de ousadia. A variedade das cores é
tal que pode encontrar cores que se adequam mais a situações banais,
outras de carácter profissional, e ainda cores propícias para a noite e
outras mais suaves, para o dia.
- See more at: http://www.jornallivre.com.br/156301/como-surgiu-o-batom.html#sthash.pJcfqp7p.dpuf
Por
altura da Primeira Guerra Mundial surgiu nos Estados Unidos aquilo que
hoje designamos por Baton, embora numa variedade muito mais reduzida do
que actualmente, e com componentes menos desenvolvidas e de acções mais
reduzidas... Por
altura da Primeira Guerra Mundial surgiu nos Estados Unidos aquilo que
hoje designamos por Baton, embora numa variedade muito mais reduzida do
que actualmente, e com componentes menos desenvolvidas e de acções mais
reduzidas. Mas, o grande BUM do Baton aconteceu quando começou a ser
inserido em revistas de moda destinadas apenas para as mulheres de alta
sociedade.
De
início, o Baton era apenas um mero ‘colorante’ labial que servia para
embelezar as senhoras de estatutos sociais elevados. Devia ser usado
discretamente, sem abusar na aplicação do mesmo, e podia recorrer-se ao
seu uso em qualquer situação. Nas festas, o Baton era indispensável para
marcar a diferença entre as ‘Madames’, provenientes de um estatuto
elevado, daquelas que viviam mais modestamente, embora frequentassem
também a alta sociedade. Nenhuma camponesa ou lavadeira jamais usaria
Baton pois não havia condições monetárias para esse efeito, e porque não
estava destinado à sua classe social.
Os
constituintes do Baton alteraram-se ao longo dos anos, mas na realidade
a fórmula para essa base sólida mantém-se quase igual. Alguns dos
constituintes do Baton foram substituídos e outros suprimidos de vez. Na
realidade, o Baton é quase tão antigo como a existência da humanidade. A
diferença é que não era conhecido com este rótulo, e recorria-se ao uso
do mesmo através de formas arcaicas e de plantas totalmente naturais,
confeccionadas pela via de métodos caseiros.
A
Mulher esteve sempre preocupada com a sua beleza, mas nem sempre foi
permitida a devida dedicação da fêmea à mesma ou o estudo pormenorizado
das melhores alternativas para uma cosmética eficaz. Quando a ‘Vogue’,
uma das mais antigas, lendárias e pioneiras revistas de moda surgiu, o
uso do Baton subiu em flecha. Os
especialistas da revista fizeram elevar a importância do Baton ao
rubro, o que fez com que todas as mulheres ficassem fascinadas e
totalmente rendidas, àquela massa sólida gordurosa que conferia cor aos
lábios.
Aos
poucos, todas as mulheres começaram a usar Baton, independentemente do
seu estatuto e classe social. Alcançando até o mundo do cinema, o Baton
tornar-se-ia num objecto de aplicação normal, utilizado por todas as
mulheres da cidade incluindo prostitutas, dançarinas de cabaret, ou
donas de casa prendadas. Nessa altura, a sua utilização começou a ser
vulgarizada, pois aquilo que começou por ser uma imagem das classes mais
abastadas passou a tornar-se o cartão de visita para actrizes de
Hollywood e mulheres com profissões relacionadas a comportamentos
imorais. Ao Baton começou a ser associada uma imagem pecaminosa e
depravada, que só mais tarde viria a ser quebrada.
A
emancipação da Mulher e a liberdade limitada que lhe foi concedida
deixaria emergir novamente o uso do Baton como algo banal, sem estar
associado a provocações ou a ‘raparigas’ menos prendadas. Hoje, o Baton
pode ser uma arma muito poderosa em diversas situações. A cor que é
conferida aos lábios pode ser a chave de ouro para uma imagem perfeita,
de classe, elegância ou até mesmo de ousadia. A variedade das cores é
tal que pode encontrar cores que se adequam mais a situações banais,
outras de carácter profissional, e ainda cores propícias para a noite e
outras mais suaves, para o dia.
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altura da Primeira Guerra Mundial surgiu nos Estados Unidos aquilo que
hoje designamos por Baton, embora numa variedade muito mais reduzida do
que actualmente, e com componentes menos desenvolvidas e de acções mais
reduzidas... Por
altura da Primeira Guerra Mundial surgiu nos Estados Unidos aquilo que
hoje designamos por Baton, embora numa variedade muito mais reduzida do
que actualmente, e com componentes menos desenvolvidas e de acções mais
reduzidas. Mas, o grande BUM do Baton aconteceu quando começou a ser
inserido em revistas de moda destinadas apenas para as mulheres de alta
sociedade.
De
início, o Baton era apenas um mero ‘colorante’ labial que servia para
embelezar as senhoras de estatutos sociais elevados. Devia ser usado
discretamente, sem abusar na aplicação do mesmo, e podia recorrer-se ao
seu uso em qualquer situação. Nas festas, o Baton era indispensável para
marcar a diferença entre as ‘Madames’, provenientes de um estatuto
elevado, daquelas que viviam mais modestamente, embora frequentassem
também a alta sociedade. Nenhuma camponesa ou lavadeira jamais usaria
Baton pois não havia condições monetárias para esse efeito, e porque não
estava destinado à sua classe social.
Os
constituintes do Baton alteraram-se ao longo dos anos, mas na realidade
a fórmula para essa base sólida mantém-se quase igual. Alguns dos
constituintes do Baton foram substituídos e outros suprimidos de vez. Na
realidade, o Baton é quase tão antigo como a existência da humanidade. A
diferença é que não era conhecido com este rótulo, e recorria-se ao uso
do mesmo através de formas arcaicas e de plantas totalmente naturais,
confeccionadas pela via de métodos caseiros.
A
Mulher esteve sempre preocupada com a sua beleza, mas nem sempre foi
permitida a devida dedicação da fêmea à mesma ou o estudo pormenorizado
das melhores alternativas para uma cosmética eficaz. Quando a ‘Vogue’,
uma das mais antigas, lendárias e pioneiras revistas de moda surgiu, o
uso do Baton subiu em flecha. Os
especialistas da revista fizeram elevar a importância do Baton ao
rubro, o que fez com que todas as mulheres ficassem fascinadas e
totalmente rendidas, àquela massa sólida gordurosa que conferia cor aos
lábios.
Aos
poucos, todas as mulheres começaram a usar Baton, independentemente do
seu estatuto e classe social. Alcançando até o mundo do cinema, o Baton
tornar-se-ia num objecto de aplicação normal, utilizado por todas as
mulheres da cidade incluindo prostitutas, dançarinas de cabaret, ou
donas de casa prendadas. Nessa altura, a sua utilização começou a ser
vulgarizada, pois aquilo que começou por ser uma imagem das classes mais
abastadas passou a tornar-se o cartão de visita para actrizes de
Hollywood e mulheres com profissões relacionadas a comportamentos
imorais. Ao Baton começou a ser associada uma imagem pecaminosa e
depravada, que só mais tarde viria a ser quebrada.
A
emancipação da Mulher e a liberdade limitada que lhe foi concedida
deixaria emergir novamente o uso do Baton como algo banal, sem estar
associado a provocações ou a ‘raparigas’ menos prendadas. Hoje, o Baton
pode ser uma arma muito poderosa em diversas situações. A cor que é
conferida aos lábios pode ser a chave de ouro para uma imagem perfeita,
de classe, elegância ou até mesmo de ousadia. A variedade das cores é
tal que pode encontrar cores que se adequam mais a situações banais,
outras de carácter profissional, e ainda cores propícias para a noite e
outras mais suaves, para o dia.
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